Um ícone da Comédia: Charles Chaplin

Posted in Comédia on November 10, 2009 by gabrieleborgesm

 

chaplin Meme: Cenas favoritas do cinema 24 quadros por segundo

Por Daniel Paiva

Os filmes mudos são os pioneiros no mundo da cinematografia; a falta de tecnologia da época assim os moldou, eram Acompanhados de um rústico arranjo sonoro, ou mesmo musica ao vivo.

Ícone do gênero: Charlie Spencer Chaplin Jr., foi um importante ator, diretor, dançarino, roteirista e músico. Chaplin foi um dos atores mais famosos do período conhecido como Era de Ouro do cinema estadunidense.

Seu personagem principal, Carlitos, condecorado através do tempo, é um verdadeiro cavalheiro no corpo de um vagabundo (como é popularmente conhecido no Brasil). Com calças largas, sapatos de número maior, chapéu-coco e seu característico bigode, Carlitos hoje é inconfundível mesmo para os que não foram seus contemporâneos.
Dentre os seus principais filmes estão: Luzes da Cidade; Tempos Modernos, e o Grande Ditador (a altíssima raridade quanto a Chaplin que são os filmes falados).

Pequena Miss Sunshine: comédia ou drama?

Posted in Comédia, Drama on November 10, 2009 by gabrieleborgesm

 

Por Daniel Paiva

Comédia é a aplicação do humor nas artes cênicas. Comédia, genericamente, é aquilo que faz rir.

Ícone do gênero: Pequena Miss Sunshine, Um gerador de polemica quando se trata de classificá-lo como comédia ou drama. Aqui preferimos generizá-lo como comédia, considerando que o filme, mesmo em um ambiente desfavorável a risos, é posto sob a lente da comédia, e refletira suas influências.

Usaremos um outro exemplo para justificar a inferência. O filme “Todo mundo em Pânico”, cuja história é um assassino caçando suas vitimas, algo altamente mórbido, foi posto sob esta Lente da comédia, e passa de algo mórbido a algo engraçado. O mesmo ocorre em “Pequena Miss Sunshine”, que não tem por objetivo comover o público, mas aplicar humor à situação desequilibrada de uma família americana.

Premiações:

– O ator Alan Arkin, que interpreta o avô de Olive, venceu o Oscar® de Melhor Ator Coadjuvante, e a pequena Abigail Breslin (Olive), na época com apenas 10 anos, concorreu como Atriz Coadjuvante. O filme também venceu na categoria de Melhor Roteiro Original e concorreu como melhor filme. Além dos Oscar®, “Pequena Miss Sunshine” recebeu mais 39 premiações em vários festivais de cinema, inclusive o Bafta, e concorreu a 46 mais.

Para Adultos e Crianças – Animação

Posted in Animação on November 10, 2009 by Giovanna

A ascensão da Animação veio junto dos filmes convencionais, senão até mesmo antes.

O primeiro filme animado surgiu em 1892. Produção do francês Émile Reynaud, que utilizou quadros (fotografias) para dar vida à uma figura desenhada. A partir daí, a animação figurou uma área importantíssima para o cinema. O primeiro longa-metragem surgiu em 1917, na Argentina, e assim a animação no cinema não parou mais. Filmes como Branca de Neve e Os Sete Anões (1937), Pinóquio (1940), Dumbo (1941) e A Bela Adormecida (1959),  figuram a lista de grandes sucessos cinematográficos.

A maior empresa produtora de desenhos animados existente é a Walt Disney. Em 1928, Walt Disney apresentou ao mundo seu personagem chamado Mickey, um ratinho que logo se tornaria o ícone dos desenhos.

A partir de 1996, a animação chegou a um novo patamar: A animação digital.

Uma empresa filiada à Disney, conhecida como Pixar, criadora de pequenos curtas, decidiu ir mais à frente, levando suas animações às grandes telas. Toy Story chega aos cinemas, surpreendendo o público com a nova tecnologia. Depois seguiram-se filmes como Shrek (2001), A Era do Gelo (2002) e Ratatouille (2007).

Mas nem todos os desenhos não exclusivamente infantis. Existem animações sérias como Akira (1988), Final Fantasy VII: Advent Children (2005), Resident Evil: Degeneration (2008) , A Lenda de Beowulf (2007) e O Senhor dos Anéis  (1978). Desenhos com maior seriedade e que interessam mais ao público adulto.

O Rei Leão (1994), foi um épico da animação. Além de ter sido um dos poucos a figurar a lista das maiores bilheterias da história do cinema, ele foi um dos primeiros a apresentar o drama e a morte á crianças (O personagem Mufasa, pai de Simba, é o primeiro a aparecer morto diante das telas). Baseado na obra Hamlet de Shakespeare, o filme ganhou dois oscars e até hoje é considerado filme essencial para se assistir, seja por um adulto ou uma criança.

Sinopse:

O filme conta a história das aventuras e desventuras de Simba, um filhote de leão descendente da realeza que tem a vida transformada após a morte de seu pai e de ser culpado pela mesma (Sem imaginar que  verdadeiro culpado era seu tio, Scar, que desejava o trono).

Curiosidades:

– Foi o primeiro filme da Disney a ser desenvolvido sem ter base em algum conto de fadas.

– Foi a primeira animação da Disney a mostrar abertamente a morte de um personagem, antes era apenas através de sons ou indiretas.

– Foi a animação a arrecadar a maior bilheteria na história do cinema até 2003, quando foi desbancado por Procurando Nemo.

Premiações:

– O Rei Leão recebeu diversos grandes prêmios como o Grammy, Globo de Ouro e outros menores. Mas destaque para os dois Oscars conquistados: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original (Can You Feel The Love Tonight – Elton John)

Trailer:

O Dia em Que a Terra Parou

Posted in Ficção Científica on November 10, 2009 by Giovanna

O gênero de Ficção começou com a influência da corrida espacial e a pergunta que surgiu nas cabeças de muitos: “Estamos sozinhos?”.(Assim como duvidas referentes ao futuro.)

Outra importante influência aconteceu na cidade de Roswell, nos Estados Unidos, onde um OVNI teria caído, com corpos queimados e destroços a vista de todos. No dia seguinte, os jornais desmentiram o acontecimento dizendo ser apenas um balão meteorológico que caiu no local.

Os primeiros filmes a serem apresentados, ainda durante a época do cinema moderno, foram: O dia em que a Terra parou (1951); Guerra dos Mundos(1953); e 1984 (1956)

A partir dos anos 60, porém,  eles ganharam mais força e tornaram-se mais famosos, devido à chegada do homem ao espaço e posteriormente à lua. Desde então filmes como Star Wars (1977) e 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968) tornaram-se muito favoráveis ao gosto público.

Mas junto ao sucesso do homem na lua, também surgiu o medo. As pessoas temiam as possibilidades negativas que as viagens espaciais poderiam trazer. Foi a partir disso que surgiram filmes como Alien (1979), Predador (1987), A Experiência (1995) e Fogo  no Céu (1993) .

O Dia em que a Terra Parou (Foto) trouxe praticamente todos os clichês de filmes de alienígenas, como uma nave pousando na Terra, os ETs querendo falar com os lideres terráqueos, e/ou a destruição eminente da Terra.

Esses clichês deram espaço para filmes como Independence Day, Predador e Sinais. Que por melhores que sejam ainda mantém esses traços.

Trailer:

 

HAIR – Guerra em clima de Paz e Amor

Posted in Drama, Musical on November 10, 2009 by gabrieleborgesm

 

“O negócio é o povo branco mandar o povo negro lutar com o povo amarelo para defender a terra que eles roubaram do povo vermelho”.

Essa memorável frase, dita numa manifestação pacífica do qual nossos protagonistas participam, é a síntese da ideia que eles têm da guerra do Vietnã. Claude Bukowski (John Savage) é um jovem do interior de Oklahoma que vai para Nova York alistar-se no exército. Nos dois dias que passa na cidade, ele se apaixona por uma garota rica, Sheila (Beverly D’Angelo), e torna-se amigo de um grupo de hippies, formado por Berger (Treat Williams), Woof (Don Dacus), Hud (Dorsey Wright) e Jeannie (Annie Golden). Juntamente com os novos amigos, Claude vai preso por invadir uma festa da alta sociedade e é apresentado às ideias (e às drogas) que agitavam os hippies da época. No fim desses dois dias, ele finalmente se apresenta ao exército e é mandado para uma base militar em Nevada, onde meses depois os amigos resolvem visitá-lo. Durante a visita, o batalhão de Claude é enviado ao Vietnã, e isso altera permanentemente a vida de todos do grupo. Além de mostrar traços da cultura hippie, como as ideias de igualdade entre todos, os efeitos das drogas alucinógenas e as influências das tradições orientais, as músicas do filme trazem críticas à sociedade capitalista (“I’ve got life”), ao exército(“White Boys” e “Black Boys”) e aos próprios hippies que pensam em mudar o mundo, mas não começam por si mesmos (“Easy to be hard”). Filme que vale a pena conferir, que retrata a guerra através dos olhos daqueles que só queriam paz e amor.

Curiosidade:

– O filme foi censurado no Brasil por causa da ditadura, sendo exibido apenas alguns anos depois da estreia mundial.

Trailer:

Across the Universe – A guerra do Vietnã embalada pelos Beatles

Posted in Drama, Musical on November 10, 2009 by gabrieleborgesm

Jude (Jim Sturgess) é um jovem inglês criado pela mãe e que resolve conhecer seu pai nos EUA. Lucy (Evan Rachel Wood) é uma garota rica americana cujo namorado morre na guerra do Vietnã. O destino dos dois se cruza através de Max (Joe Anderson), irmão de Lucy que se torna o melhor amigo de Jude na América. Max resolve abandonar os estudos em Princeton e muda-se com Jude para Nova York, onde passam a viver na casa de Sadie (Dana Fuchs), uma talentosa cantora; logo juntam-se a eles Jojo (Martin Luther McCoy) e Prudence (T.V. Carpio). Algum tempo depois Lucy vai morar com eles, e logo ela e Jude iniciam um romance. Max é então convocado para a guerra e isso mexe com Lucy, que se une a um grupo que luta pelo fim da guerra. Jude começa a trabalhar como desenhista e Lucy está cada vez mais envolvida com o grupo, o que acaba prejudicando o relacionamento dos dois. Durante um protesto, Lucy é presa e Jude tenta ajudá-la, mas como ele era ilegal no país acaba sendo deportado. O filme conta a história de amor do casal através das várias reviravoltas do destino, tudo embalado pelas canções dos Beatles, entre as quais se destacam “Strawberry Fields Forever”, “I Want You (She’s So Heavy)” e “Revolution”. Um dado curioso é que os nomes das personagens são todos retirados de canções da banda inglesa, e o filme conta também com as ilustres participações dos cantores Bono Vox e Joe Cocker.

Curiosidades:

– Além de Bono Vox e Joe Cocker, a atriz Salma Hayek PEDIU para a diretora Julie Taymor, que a dirigiu em “Frida”, a colocar no elenco deste filme. Ela interpreta uma enfermeira na canção “Happiness is a Warm Gun”, junto com Joe Anderson (Max).

– Os nomes das personagens do filme são todos baseados em canções dos Beatles: Jude (“Hey Jude”), Lucy (“Lucy in the Sky with Diamonds”), Max (“Maxwell’s Silver Hammer”), Sadie (“Sexy Sadie”), Prudence (“Dear Prudence”) e Rita (“Lovely Rita”). Jojo é a figura central de “Get Back” e a música “For the Benefit of Mr. Kite” tornou-se um espetáculo circense apresentado pelo próprio Mr Kite (Eddie Izzard).

– O filme foi indicado ao Oscar® de Melhor Figurino em 2008, mas perdeu para “Elizabeth: A Era de Ouro”.

– Quando Max e Jude conheceram Sadie, ela diz para Max algo sobre não saber quem ele era, que ele poderia “ter matado a avó com um  martelo”. Na canção do quarteto de Liverpool, “Maxwell’s Silver Hammer”, Maxwell mata duas mulheres com seu martelo de prata.

Trailer:

Site oficial: http://www.sonypictures.com/homevideo/acrosstheuniverse/

C.R.A.Z.Y. – Loucos de Amor

Posted in Cinema Alternativo, Drama on November 10, 2009 by gabrieleborgesm

O filme canadense é ambientado em plenos anos 60 e 70 e conta a história da família Beaulieu e, principalmente, de Zac (Marc-André Grondin), o quarto filho homem da família, e que vive um dilema em relação à sua sexualidade. Zac sempre foi muito ligado à mãe, Laurianne (Danielle Proulx), e também motivo de zombaria dos irmão mais velhos, especialmente de Raymond (Pierre-Luc Brillant), que vivia chamando-o de maricas. Além disso, o pai, Gervais (Michel Côté), é extremamente machista, o que aumenta ainda mais o receio de Zac em aceitar sua homossexualidade. Além de ser o retrato de uma família que poderia ser a de qualquer um, o filme é uma viagem à época de apogeu do rock, com uma trilha sonora composta por David Bowie, The Rolling Stones, Pink Floyd, Sex Pistols, entre outros. Uma curiosidade sobre o filme é que o título faz referência à música “Crazy”, de Patsy Cline, de quem Gervais é fã, e as inicias dos nomes de cada filho completam a palavra: Christian (Maxime Tremblay), Raymond, Antoine (Alex Gravel), Zachary e Yvan (Felix-Antoine Despatie).

Trailer: